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Carta a Port-au-Prince

17 de janeiro de 2010

Desde o terremoto, existe um canto que preenche as ruas. Na escuridão, os desabrigados compartilham tudo o que restou – um pouco de roupa, um resto de água, alguma comida. Do nosso lado do muro, com nossos colchões, um pouco mais de água, mais comida e muito mais roupas, éramos constantemente tocados pelo tom dos cânticos, palmas, e palavras que nos impressionavam, embora não conseguíssemos decifrá-las completamente. Em nossa última noite em Port-au-Prince abrimos o portão de casa e fomos convidados a compartilhar o canto, a dança, o sofrimento e a sorte de estarmos vivos com haitianos que, a partir de agora, vivem nas ruas. As pessoas não param. Os lamentos, em velocidade atroz, se convertem em energia para tocar suas vidas, refazer suas casas, reconstruir sua cidade. São generosas o suficiente para nos abraçar, mesmo sabendo que estamos em situação infinitamente mais confortável que a deles. E que, em breve, estaremos em terra firme, em casa. Eles estão lá, estarão lá, sempre estiveram lá. Deixamos, com grande tristeza, essa cidade que, dia a dia, por golpes fortes e certeiros, aprendemos a amar e respeitar… Esperamos voltar em breve.

Joanna da Hora e Marcos Rosa

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20 comentários

  1. “E, no entanto, é preciso cantar…” Venham logo, voltem ,logo. Meus respeitos á vocês.


  2. Estou acompanhando com emoção aos relatos de vocês. Todos os brasileiros e cidadãos do mundo deveriam lê-los para entender a real situação do Haiti. Daqui só resta orar e divulgar a verdade. Força por ali!


  3. acho que vocês foram das poucas pessoas que conseguiram romper a barreira da parafernália mediática formada sobre a tragédia e transmitir o que acontecia de fato com o povo , mostrando seus mecanismos de defesa para lidar com a situação de abandono emque se encontram. Parece que essa posição privilegiada em que vocês se encontravam, naquele momento como pesquisadores de campo, incomocou aqueles que dependem de imagem criadas para a mídia . parabéns por tudo!


  4. Numa hora dessas todo mundo fica meio perdido, mas aqueles que trabalham seriamente e tem compromisso mostram seu real valor. Como pesquisadores de campo voces souberam apresentar relatos esclarecedores e tocantes. Obrigada.


  5. Agradeço muito o relato fidedigno que vocês nos passaram esses dias. Estou alivida com a volta de vocês, que neste exato momento muito pouco ou quase nada poderiam contribuir nessa devastação de Porto Príncipe.Pricipalmente depois da visita da embaixatriz perua e desumana que os visitou. Sei que toda experiência fora da nossa terra é sempre fantástica para nossas vidas, mas essa, em especial, com certeza marcarão vocês para sempre. Valeu, e muito obrigada pelas informações .
    beijocas


  6. MEDO, VAIDADE OU ARROGÂNCIA?

    Estamos em 2010, a redemocratização do Brasil completa 25 anos, e é incrível como ainda permanecemos à mercê de “carteiradas”, bem ao estilo “sabe com quem está falando”? A prova mais recente disso vem do Haiti, um lugar que foi devastado pela natureza de forma brutal. Justamente por isso é inaceitável saber que nesse contexto, onde todos deveriam estar unidos e na mesma sintonia (ajudar o máximo de pessoas possível), ainda surjam pessoas que, por sua posição social e hierárquica pretensamente superior, tentem se aproveitar da situação para alimentar vaidades mesquinhas e delírios de grandeza.
    A Embaixatriz Roseana Kipman, esposa do Embaixador do Brasil no Haiti, Igor Kipman, surge como heroína em meio ao desastre causado pelo terremoto que atingiu o Haiti no dia 12 de janeiro de 2010, após supostamente ter localizado o corpo da médica brasileira Zilda Arns em tempo recorde. O que poucos sabem é que nem tudo o que é veiculado pela mídia é verídico e acima de qualquer suspeita. O fato é que a Embaixatriz Roseana Kipman, sem autoridade legítima que o justifique, mobilizou um grupo de militares simplesmente para resgatar o corpo de Zilda Arns, enquanto milhares de pessoas estavam – e ainda estão – soterradas sob os escombros em Porto Príncipe, se agarrando com todas as forças à esperança de ser salvas pelas equipes de resgate. Tudo para posar de heroína em meio ao caos. É inadmissível que a Embaixatriz Roseana Kipman – que segundo informações prestadas pelo próprio Itamaraty (em recente caso com estudantes da UNICAMP) não é uma funcionária da embaixada, mas sim tão- somente a esposa do embaixador – tenha tanto “poder de fogo” para atuar e comandar ações junto aos militares da MINUSTAH e ditar regras ao corpo diplomático brasileiro, precariamente instalado no prédio do Centro Cultural Brasil – Haiti após o terremoto.
    A embaixatriz relata aos meios de comunicação que os funcionários da embaixada foram consultados sobre uma possível evacuação do Haiti, e que, com a exceção de uma única funcionária, todos desejaram ficar. Quem é essa funcionária? Ela conseguiu voltar?
    O fato é que a embaixatriz tem coagido e intimidado os funcionários da embaixada brasileira a permanecer contra a vontade no Haiti, chamando-os muitas vezes de covardes por simplesmente desejarem voltar ao Brasil e a suas famílias. Na verdade, nada foi perguntado ou questionado aos funcionários sobre o assunto, tudo foi decidido e imposto com a anuência do Embaixador Igor Kipman pela própria Embaixatriz Roseana – a mesma que negou abrigo aos estudantes da UNICAMP, que desenvolviam uma pesquisa antropológica no Haiti. Os estudantes afirmam que foram hostilizados pela Embaixatriz Roseana Kipman, que lhes negou abrigo e afirmou que a embaixada não tinha nenhuma responsabilidade por eles, e ainda se negou a dar informações sobre como buscar ajuda para voltar ao Brasil. De forma cínica e debochada, disse-lhes que deveriam voltar ao Brasil da mesma forma como vieram ao Haiti, e que fossem ao aeroporto comprar passagens ou à rodoviária para seguirem para a República Dominicana, terminando a conversa com a simples frase: “Vocês estavam no lugar errado na hora errada, sinto muito”. Desde quando uma embaixada pode afirmar que não é responsável por cidadãos do país que representa? Que autoridade tem a embaixatriz para afirmar tal coisa? E mesmo que externe simplesmente a opinião de seu marido embaixador, quem é ele para negar assistência a cidadãos brasileiros que buscam socorro na embaixada, numa situação de exceção tão dramática como a vigente no Haiti neste momento?
    O corpo diplomático brasileiro no Haiti tem sobrevivido nos últimos dias com os mantimentos que possuiam em suas casas (que por milagre ainda continuam em pé). Contudo, a água é escassa, e a comida disponível provavelmente só será suficiente para os próximos dias. Os telefones não funcionam e o fornecimento de energia elétrica é irregular e racionado, por meio de geradores que correm o risco de parar por falta de combustível. O trauma pessoal e psicológico que todos os funcionários carregam é muito pior do que se pode imaginar, pois mesmo estando vivos e tendo escapado ilesos do terremoto, abandonaram tudo para trás, tanto no trabalho (o prédio da embaixada que quase desmoronou) quanto em suas casas, sem mencionar o estado de permanente insegurança numa cidade tomada por multidão faminta e desesperada, errando sem destino, dividindo espaço com milhares de corpos em decomposição espalhados pelas ruas e com certeza cada vez mais motivada a promover saques para conseguir água e mantimentos.
    Os funcionários da embaixada não estão efetivamente trabalhando, não estão ajudando aos outros nem a si mesmos. Estão todos abalados, muitos perderam amigos que trabalhavam em Porto Príncipe em outras organizações cujas sedes ruíram com o terremoto. A situação é preocupante, pois os muros do Centro Cultural Brasil – Haiti, onde estão abrigados, desabaram, e o prédio se localiza em frente a uma das praças onde estão acampados os sobreviventes do terremoto, todos desesperados, famintos e feridos, que a qualquer momento podem se rebelar. O Centro Cultural está sendo protegido por fuzileiros brasileiros armados, num clima de tensão permanente para quem está dentro e fora.
    O Haiti necessita de médicos, enfermeiros, bombeiros, equipes de resgate e de ajuda humanitária, e não de serviço diplomático. Não há espaço para embaixadas em um país que entrou em colapso e que, para efeitos práticos, sequer existe mais. Qualquer nação decente, numa situação de exceção como é a que impera no Haiti após o terremoto, toma como primeira providência a evacuação do corpo diplomático, quando muito deixando um número mínimo indispensável de funcionários para auxiliar na coordenação de ações de caráter essencial – sempre assegurando condições adequadas de segurança e de subsistência para os que permanecem, jamais permitindo que fiquem jogados à própria sorte. O casal Kipman afronta o próprio Itamaraty ao colocar desnecessariamente em risco a vida de todos os integrantes do corpo diplomático brasileiro no Haiti, pois é dever do Itamaraty zelar pela vida e pela integridade física e psíquica de seus membros.
    Resta saber o porquê das atitudes e dos excessos da Embaixatriz Roseana Kipman. Seria por medo de ficar sozinha e isolada com seu marido no Haiti, sem o aparato da embaixada e de seus funcionários? Seria por vaidade, para continuar brincando de heroína após ter supostamente encontrado o corpo de Zilda Arns tão rapidamente? Para, mesmo sequer sendo funcionária da embaixada, continuar atuando de forma abnegada, como afirma o Itamaraty? Ou seria a pura arrogância de alguém que não tem legitimidade nem autoridade e nem mesmo preparo para lidar com o caos em que se encontra mergulhado o Haiti?
    Até que essas perguntas sejam respondidas, talvez nem haja mais corpo diplomático a ser poupado de riscos desnecessários no Haiti, e nem mais brasileiros desesperados que possam ser acolhidos pela embaixada…

    DIVULGUEM, AO MENOS ISSO PODEMOS FAZER…
    realnoticia@gmail.com


  7. Emocionada…JOANNA SINTO MUITO POR TUDO ISSO…parabéns por todos vcs aí…estou comovida…


  8. O fato é que alguns soldados brasileiros, individualmente, tem coração, são humanos, e tentam ajudar o máximo possível, e quando isso acontece a imprensa brasileira que está no Haiti voa com as suas câmaras, para transmitir ao Brasil a imagem desejada pelos seus interesses.

    Mas no geral, o que se vê é uma “ajuda” das forças da ONU muito, mas muito aquém mesmo do que poderiam fazer pelo povo que está precisando. Percebe-se que a prioridade do Comando não é ajudar os mais necessitados nesse momento difícil. Embora alguns soldados, seres humanos, o façam individualmente.


  9. Gente, boa sorte na volta.
    Vcs foram o maximo. Acho que nem é preciso exaltar de novo a importancia de vcs no relato das noticias do Haiti; realmente nossa unica fonte confiavel.
    E parabens por se manterem firmes, frente a tantas adversidades.
    Beijos e até!


  10. Eu sou uma antropologa argentina. Eu li tudo seu blog com muita admiraçao e respeto. Obrigada pelas informaçoes et compromiso com a situaçao e com povo haitiano. Bom viagem pra casa. Abrazos!


  11. Boa tarde vitoriosos,
    Também compartilho do sentimento estupefante destes parceiros que os recebem de volta para a casa, porém gostaria de falar precisamente com vocês quanto à oportunidade de estar indo ao Haiti colaborar também de forma acadêmica; gostaria de saber se teriam como me colocar em contato com a Viva Rio no caso de meu pedido de voluntariado ser aceito e posteriormente estar sendo enviado ao Haiti; por favor, façam esta ponte comigo. Feliz por todos, Geraldo Milet.


  12. meu respeito a vocês e ao povo haitiano, todo o apoio. vamos fazer.


  13. Fantástico!

    Confesso que sou um leigo sobre o Haiti, e o que aprendi sobre a cultura e história nesse blog não tem precedentes para mim. A barreira do preconceito foi quebrada e hoje realmente tenho o mesmo apreço que vocês por esse povo que realmente tem se mostrado (através dos relatos precisos de vocês) maravilhosamente humano!

    Quanto ao episódio da embaixatriz, sem comentários.

    Parabéns de coração e boa sorte na volta.

    Obs.: Tomem cuidado com a moderação dos comentários.

    Grande abraço.


  14. Desejo sorte a vcs na volta e parabenizo pela iniciativa em divulgar a verdade de forma tao comovente.

    Abracos,

    Carol


  15. Venha. Pode ter certeza de que todos vocês fizeram história. Boa viagem na volta. Abraços.


  16. Falando em voltar para a sua terra natal, li uma material na Folha (SP), o Senegal (governo) está cogitando programar uma abertura de terras senegaleses apra haitianos afrodescendentes, já que estes não escolherem viver na Ilha caribenha, pois cabe lembrar que foram arrastados, violentamente, de sua, aí sim, terra natal, a África.

    Em 2010, isso pode ser viável…isso faz algum sentido (estou sem a interrogaçao)


  17. Aguardamos ansiosos o retorno de nossos amigos!
    Joanna, Força você tem de sobra ! Fiz promessa de servir aquela cervejinha com torresmo quando vc voltar!

    Estamos torcendo p/ que o retorno seja breve vamos digerindo esse fato e recostruindo o futuro.
    Axé p/ vcs!


  18. Saudações.

    Em relação à Embaixatriz, acredito que seu relato foi escrito com o sangue quente e sem uma real compreensão de qual é o papel da embaixatriz no Haiti, então por conta disso, vou rapidamente explicar a situação real lá.

    A Embaixatriz pode não estar imbuída de cargo real algum, mas ela está trabalhando incansavelmente para a reestruturação do Haiti, usando técnicas que ela domina há anos, seja técnicas de construção, de mobilização, de reeducação, de educação propriamente dita, saneamento e logística. Eu posso dizer com certeza do que falo, pois conheço pessoalmente a Embaixatriz há mais de vinte anos, tendo visto em primeira mão o que ela fez aqui no Brasil, mesmo sem estar em uma posição de proeminência, como é a que ela está lá.

    Todos os projetos que o Brasil desenvolve lá são criados em conjunto pelo Corpo Diplomático daqui e por ela, que mobiliza os batalhões para que possam ajudar a população a criar projetos de semeio, que ela por experiência própria e com a ajuda da EMBRAPA, supervisiona pessoalmente. O Embaixador tem suas atribuições nos escritórios, mas ele não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo. A Embaixatriz Roseana não é uma heroína, não quer ser, nem nunca quis a opinião pública sobre si, ela é uma pessoa extremamente discreta e por mais que as pessoas vão para perto dela para pedir entrevistas ou coisas do gênero, ela só dá entrevistas em último caso. Como testemunha do caráter da Embaixatriz, sei que ela não é uma pessoa que se esforça para ser simpática, na verdade, ela é muito dura em conversas de trabalho, e somente estando próximo dela uma pessoa sabe de tudo que ocorre por lá e de todos os trabalhos que ela executa.

    O status normal de qualquer Embaixatriz é ser somente a Esposa do Embaixador, trabalhando dentro da Embaixada, sendo uma espécie de Mestra de Cerimônias, e esse é o esperado de todas as pessoas sobre ela, mas ela, quando foi para o Haiti, disse bem especificamente que foi lá para TRABALHAR, e é isso que ela tem feito, coordenando o Centro Cultural Brasil-Haiti, onde há o ensino de Português para os Haitianos que queiram conhecer mais do Brasil, onde há uma tentativa de colocar um band-aid num buraco de bazuca, que é o que o Brasil pode fazer.

    Diversas vezes em conversas comigo, ela disse que a Missão Brasileira no Haiti NÃO é resolver os problemas daquele País, mas como maior contribuinte de Soldados para a Força de Paz da ONU, era uma missão humanitária ajudar em tudo que for possível para que haja uma estabilidade maior e uma melhora na condição de vida da população de lá, que vive MESMO abaixo da linha da pobreza absoluta. Sempre que ela vem ao Brasil, tenho a oportunidade de ouvir um pouco mais das atividades dela lá. O que ouvi vezes e vezes seguidas é que os recursos de lá são tão poucos que é impossível à Embaixada fazer mais do que já faz. Isso foi BEM antes do Terremoto. Você realmente IMAGINA que é possível fazer alguma coisa a MAIS ainda agora que houve danos à própria Embaixada e ao Centro Cultural? Francamente, esse esforço em mostrar as pessoas em uma luz ruim é algo que não combina com bom jornalismo. O Jornalismo deveria ser IMPARCIAL, somente contando os FATOS, e sem saber os dois lados, é impossível ter uma visão justa.

    Heroína? Isso ela não é. Não é, não quer ser, nem nunca fingiu ser. O que ela é, e sempre ficou claro para quem a conhece, é alguém que faz com os recursos PARCOS que são destinados à Embaixada Brasileira no Haiti alguns pequenos milagres para ajudar as pessoas lá. Ela somente faz a parte DELA, e por conta disso, os militares lá a seguem, não por carteirada, pobre da pessoa que pensa que algum dia ela recorreu a esse expediente. Em todos os lugares que vamos, aqui em Brasília, ela é somente a Roseana, amiga de seus amigos, dentre os quais me orgulho de estar, e se comporta sempre com humildade e educação.

    Se houver ALGUMA vontade de imparcialidade, ALGUMA vontade de conhecer o que ela faz lá, me disponho a contar, o que eu não costumo fazer, mas depois desse ataque totalmente injusto a uma pessoa da qual tenho dados concretos de tudo o que faz, não pude me manter calado. Espero que isso não seja considerado um ataque pessoal ao autor ou autora do Artigo Original, mas sim uma advertência de que a situação lá é MUITO, mas MUITO pior do que o imaginado. E ainda assim, a Embaixatriz faz de tudo para ajudar.

    Precisando de algum esclarecimento, meu e-mail é hermesiii@gmail.com.

    Muito obrigado.

    Hermes!


    • Hermes,
      as pessoas também erram
      você erra,
      eu erro,
      os universitários erram
      e a embaixatriz não erra…

      parece-me aquela música do Chico Buarque
      “só a bailarina(embaixatriz) que não tem remela…”


      • Alexandra, de forma alguma, não me escuso de erros, ou mesmo a ela, só digo que a situação de lá é assim. Não vejo como acerto ou erro, mas sim como algo que podia ou não ser feito, nas circunstâncias.

        Claro, podia ter sido melhor explicado ou ao menos ter sido mais diplomaticamente resolvida essa situação, só digo que no estado de caos que tudo estava, pelo menos vamos pensar um pouco nos processos da embaixada e no que eles, como eu disse, sem recurso, poderiam fazer.

        Não estou aqui SENÃO para oferecer um contraponto ao relato, contando o outro lado. Não faço isso atacando ninguém, e espero que não tenha sido compreendido assim.

        🙂



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